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Apojadura: Entenda a descida do leite

Você já ouviu falar em apojadura? Esse é o nome dado à famosa “descida do leite”, que acontece alguns dias após o nascimento do bebê. Neste período, a mulher sente as mamas maiores, cheias e até quentes, o que chega a assustar muitas mamães. O fluxo de leite começa pequeno e vai aumentando conforme a demanda do bebê.

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Primeira fase da apojadura é o colostro

O colostro é a primeira fase da apojadura. O alimento é produzido pela mãe nos primeiros dias após o parto e tem aspecto amarelado, sendo rico em proteínas. Ele é tão importante que é considerado a primeira vacina do bebê pela alta concentração de imunoglobulinas, anticorpos importantes para a imunidade do recém-nascido.

Com o passar dos dias, os seios vão ficando cada vez maiores e chegam a ficar quentes, indicando a chegada do leite com aspecto branco. Também é comum sentir um pouco de dor nas mamas, mas o incômodo é logo aliviado após o bebê mamar.

A apojadura pode acontecer de formas diferentes em cada mulher, dependendo do tipo de parto e da demanda de amamentação da criança. Quanto mais o bebê mamar o colostro, mais rapidamente o fluxo de leite aumentará.

Essa dinâmica permanece igual durante toda a fase do aleitamento materno, por isso a principal recomendação é que a mãe ofereça o peito em livre demanda – sem horários definidos – para que a produção de leite não seja prejudicada.

Importante: A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o aleitamento exclusivo nos 6 primeiros meses de vida, podendo ser prolongado até os 2 anos ou mais.

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Diferenças da apojadura para o ingurgitamento

Muitas mães sentem a descida do leite de forma mais intensa, sentindo as mamas tão pesadas que confundem a apojadura com o ingurgitamento mamário. Mas uma coisa não está relacionada à outra.

O ingurgitamento acontece quando a pega está errada e o bebê não consegue mamar direito, fazendo com que o leite empedre. Caso isso aconteça, a família deve evitar o uso de chupetas, mamadeiras e bicos de silicone, para corrigir a pega e estimular o bebê a sugar mais.

Para amenizar o ingurgitamento, a mãe pode massagear os seios com as mãos em movimentos circulares, iniciando ao redor do mamilo e depois em direção à raiz da mama. A ordenha manual também ajuda a deixar a aréola mais macia, facilitando a pega.

Também é importante não confundir o ingurgitamento com a mastite, que causa vermelhidão, dor intensa que não cessa após o bebê mamar e febre. Nesse caso, a mulher deve buscar atendimento médico com urgência.

 

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