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inseminação artificial caseira

Conheça os riscos da inseminação artificial caseira

A inseminação artificial caseira é uma prática reprovada pelos especialistas da área de saúde, pois somente um profissional pode dar garantia para qualquer procedimento desse tipo. Altamente desaconselhável, ela pode oferecer sérios riscos à saúde da mãe e também do bebê. Por isso, vamos listar os riscos da inseminação artificial caseira e reforçar o alerta: procure sempre acompanhamento médico.

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Alto custo dos métodos de reprodução humana em clínicas tem levado mulheres a se arriscarem realizando o procedimento da inseminação artificial caseira

Riscos da inseminação artificial caseira

Transmissão de doenças

Normalmente o procedimento é realizado por leigos, o que pode facilitar a transmissão de doenças que afetam a saúde da mãe e do bebê. O ato de introduzir material biológico no corpo da mulher sem qualquer tipo de triagem clínica é um grande perigo, pois é alta a possibilidade do contágio com agentes infecciosos, como HIV, hepatites B e C, zika vírus e outros.

Mesmo se o doador do sêmen tiver realizado exames que apresentam os quadros da sua saúde, ainda assim os riscos estão presentes, uma vez que é preciso de um especialista da área de saúde para verificar a veracidade e correção dos exames. Um laboratório especialista em fertilização trará biossegurança para a tentante, que não precisará se preocupar com qualquer prejuízo a sua saúde.

Contaminação por bactérias e fungos

Quando a manipulação do sêmen é feita em ambientes abertos, sua contaminação por bactérias e fungos presentes no ambiente também pode ocorrer. A exposição do sêmen ao oxigênio mesmo que por poucos segundos pode ser o suficiente para que isso aconteça.

Utilização de kits de inseminação é perigosa

A comercialização de kits ditos como próprios para realizar o procedimento caseiro também traz riscos para a saúde da mulher. Muitas vezes materiais como seringas, utilizadas para introduzir o sêmen, não estão devidamente esterilizados, o que traz sérios riscos de infecções, visto que a região da vagina é propícia à proliferação bacteriana, ou ainda, riscos de perfurações, devido à má utilização de instrumentais. Tudo isso para introdução de um sêmen praticamente sem espermatozoides vivos, já que a maioria destes morrem em contato com o ar.

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Eficácia da inseminação caseira é baixa

Para se ter uma ideia, inseminações em geral possuem cerca de 20% de chances de sucesso em mulheres sem problemas de fertilidade. Muitas vezes são necessárias várias tentativas em sequência, mesmo dentro do período fértil, para obter êxito. Nas clínicas especializadas em reprodução humana, o esperma é processado para que seja mais eficiente.

No método caseiro as chances de sucesso são mínimas, uma vez que não são removidas as prostaglandinas, um componente químico que causa contrações, dificultando o caminho do espermatozoide dentro do útero para que ele alcance o óvulo.

Comercialização de material biológico é proibida por lei

Vale ressaltar que no Brasil, é proibido todo tipo de comercialização de material biológico humano de acordo com o artigo 199, da Constituição Federal de 1988. Toda doação de substâncias ou partes do corpo humano, tais como sangue, órgãos, tecidos, assim como o esperma, deve ser realizada de forma voluntária e altruísta.

Reprodução Humana especializada é cada vez mais eficaz

Com o passar dos anos, a ciência vem avançando e as notícias são ótimas para as mulheres que desejam engravidar: as técnicas de fertilização são variadas, cada vez mais desenvolvidas e precisas.

Para conhecer os três métodos de fertilização mais seguros e eficazes da atualidade, confira essa matéria publicada pelo Blog Teste PositivoCiência evolui e técnicas de fertilização se tornam mais eficazes. São diversas informações sobre procedimentos realizados em laboratório, como o coito programado, inseminação artificial e fertilização in vitro.

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É crescente o número de mulheres que procuram o arriscado método da inseminação artificial caseira, movidas pelo sonho de engravidar. Entre os motivos alegados, estão os preços cobrados pelas clínicas, já que um procedimento de inseminação ou fertilização pode custar entre R$ 3 mil e R$ 15 mil. Para algumas pessoas, esses valores são inacessíveis, no entanto, a segurança proporcionada para a integridade física da mulher e do bebê é inquestionável.

 

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