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Reserva ovariana: entenda seu papel na fertilidade

Você sabe o que é reserva ovariana? Se você está tentando engravidar e tem mais de 30 anos de idade, já deve ter se deparado com essa expressão em artigos sobre fertilidade feminina.

O que é a reserva ovariana?

Como você já sabe, a mulher nasce com uma quantidade de óvulos em seus ovários. Essa é a chamada reserva ovariana. Em recém-nascidas, a reserva possui de 1 a 2 milhões de óvulos. Uma infinidade não é mesmo? Mas a verdade é que estamos destinadas a perder esses óvulos.

Para você ter uma ideia, quando a menina completa 12 ou 13 anos – que é a época mais comum para a primeira menstruação – só restam em torno de 400 ou 500 mil óvulos na reserva ovariana. E, a cada ciclo menstrual, esse número baixa mais.

reserva ovariana

 

Mas quando a mulher menstrua, apenas um óvulo é liberado…

Não é bem assim! Em um ciclo menstrual, o corpo feminino pode disponibilizar até mil óvulos, nos folículos. Mas apenas um – no folículo dominante – se torna viável para a fecundação. E, se a mulher não engravida, vem a menstruação e um ciclo é “perdido”.

Essa baixa mensal é mantida de forma contínua, inclusive com o uso de contraceptivos hormonais, e não há nada que possa ser feito para impedir esse processo natural. Com este ritmo, a mulher chega aos 40 anos de idade com a reserva ovariana praticamente zerada.

 

Como saber se estou com uma boa reserva ovariana?

Se você está com dificuldades para engravidar, uma das abordagens médicas é avaliar a reserva ovariana. Ela pode ser feita de três formas:

Ultrassonografia transvaginal – Exame de ultrassonografia transvaginal feito nos primeiros dias do ciclo menstrual. Por meio da imagem, o médico conta quantos folículos a mulher tem naquele mês. Menos de dez, indicam baixa reserva; mais de 20, alta. O exame é coberto pelo SUS e por convênios particulares.

FSH – Exame de sangue simples, realizado entre o primeiro e o terceiro dia da menstruação. Mede o hormônio folículo-estimulante (FSH), o indutor natural do ovário. Se o valor for baixo, significa que o ovário está mais cheio. Pode ser realizado pelo SUS e pelos convênios particulares.

Hormônio antimülleriano – Trata-se do exame de sangue mais moderno para estimar a reserva ovariana. Mede o hormônio produzido pelos folículos antrais. Quanto menor for a dosagem, menor a reserva de óvulos. A desvantagem é o valor. Custa de R$ 400 a R$ 800, e não é coberto pelos convênios particulares. A rede pública de saúde também não realiza o exame.

reserva ovariana

 

Minha reserva ovariana está baixa. E agora?

Quando o exame da reserva ovariana mostra uma quantidade mínima de óvulos disponíveis, o casal deve conversar com o médico sobre as suas possibilidades. Vale ressaltar que nem sempre esse diagnóstico impede que a concepção ocorra de maneira natural.  A indução ovulatória, por meio de medicamentos, combinada a relação programada é um dos métodos mais utilizados e tem boas taxas de sucesso. Outras opções envolvem o congelamento de óvulos e a fertilização in vitro.

 

 

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